Instituto Federal de Roraima reúne-se com técnicos da Rina Consulting

por Sofia Lampert publicado 30/08/2018 11h55, última modificação 30/08/2018 14h17
A reunião com o IFRR foi solicitada pela Rina Consulting para discutir, na visão de uma instituição de educação profissional, os impactos positivos e negativos da construção de uma estrada que ligue a Guiana e o Brasil de maneira mais eficiente e também da construção de portos de águas profundas naquele país

Nesta terça-feira, 28, em seu gabinete, a reitora do Instituto Federal de Roraima (IFRR), professora Sandra Dias Botelho, junto com os pró-reitores de Extensão e de Desenvolvimento Institucional, respectivamente, professor Nadson Castro e Diogo Saul, a diretora do Campus Avançado Bonfim, Leila Ghedin, o diretor do Departamento de Obras, Rodrigo Santos, e a diretora de Políticas de Extensão, Articulação e Convênios, Ana Cláudia Lopes, reuniu-se com técnicos da Rina Consulting, empresa de consultoria, para discutir os impactos da construção de uma rodovia entre o Brasil e a Guiana Inglesa e também de um porto no país vizinho. 

Contratada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bird), a empresa conduzirá avaliações sociais, ambientais e estratégicas, na perspectiva de desenvolver o projeto Guyana-Link de Transporte do Brasil e Porto de Águas Profundas.

A reunião com o IFRR foi solicitada pela Rina Consulting para discutir, na visão de uma instituição de educação profissional, os impactos positivos e negativos da construção de uma estrada que ligue a Guiana e o Brasil de maneira mais eficiente e também da construção de portos de águas profundas naquele país.

Durante sua fala, o especialista social da Rina Consulting, Manuel Roman, explanou que, após as avaliações e, dependendo da aprovação do projeto por parte do Bird, a presença do IFRR será de extrema importância, considerando a grande necessidade de pessoal qualificado para o desenvolvimento das ações relacionadas ao projeto, a exemplo de profissional para construção civil, transporte (caminhões), entre outras áreas.

A diretora do CAB, Leila Ghedin, salientou que o desenvolvimento do projeto contribuirá significativamente para o crescimento do município. “É sabido que, com o desenvolvimento, também virão algumas situações sociais preocupantes, como tráfico, prostituição, entre outras, e nós podemos contribuir para minimizar esses impactos", disse.

A engenheira Julie Evans, da Rina Consulting, perguntou aos gestores se, durante os estudos preliminares da implantação do projeto, o IFRR foi procurado para auxiliar nas sugestões e proposições. Eles responderam negativamente. Na visão da consultora, todos os gestores possuem uma visão estratégica muito importante para as discussões dos impactos positivos e negativos para o desenvolvimento do projeto.  Ela salientou que a instituição não poderia ter ficado de fora das discussões.

Para a reitora, a posição geográfica do Campus Avançado Bonfim é estratégica e os cursos ofertados no campus estão alinhados com a missão institucional e com o eixo tecnológico. Ao final da reunião, foi feito um pré-agendamento de outra reunião, por Skype, para alinhar mais algumas decisões.

  

Colaboração: Sandra Dias Botelho
Fotos: Erick Vieira
Ascom/Reitoria
30/8/2018

 

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